«[…] o parlamento grego leva a votos nesta
segunda-feira a proposta de um novo pacote de austeridade, em troca da
libertação de uma nova tranche do empréstimo externo. […] novos cortes aos
apoios sociais para as famílias numerosas, bem como uma disposição que
dificultará aos sindicatos a convocação de greves - o atual terço de
assinaturas atualmente necessário passará a mais de 50%». Jornal «Sol», 15/01/2017.
«A democracia muitas vezes significa o
poder nas mãos de uma maioria incompetente». Bernard Shaw.
E o que dizem agora os grandes e
competentes líderes António Costa e Catarina Martins?
Os pacotes de austeridades são
uns atrás dos outros! Já se lhes perdeu a conta e os gregos que elegeram o
demagogo Tsípras para chefiar o Governo e o partido da extrema-esquerda Syriza
como o mais votado, têm passado as passas do Algarve! É bem feito, como pais da
democracia deviam saber melhor do que ninguém – uma vez que foram eles que
criaram os conceitos – distinguir demagogos de políticos sérios e de estadistas…
António Costa ainda vê na vitória
do Syriza “um sinal de mudança que
mostra como a austeridade fracassou”, como elogiou na altura a vitória do
Syriza? Convinha que nos esclarecesse porque com Tsípras a austeridade não
parou de aumentar desde que ele chegou ao poder…
E Catarina Martins ainda acha que
“a vitória do Syrisa é uma esperança
para toda a Europa”, como também afirmou na altura?
Só se for esperança para retrocesso
social e austeridade non-stop…
Os “estadistas” pequeninos cá do
burgo, são justamente aqueles que não acertam uma! Não têm nem visão nem
presciência, nem cultura nem conhecimento da história para se inspirarem e para
agirem correctamente no presente, são, em primeiro lugar, oportunistas,
cavalgam e parasitam as vitórias dos outros, depois, populistas e demagogos
q.b.! Finalmente, calam-se e nem querem falar nisso – também ninguém os
confronta, sobretudo os jornalistas que deviam ser os primeiros… – quando a
coisa corre mal ou péssimamente, como aconteceu na Grécia…
Juntem lá à galeria de notáveis
«estadistas», mais estes dois, Costa e Catarina, ou antes, por uma questão de
educação, “ladies always first”:
Catarina e Costa, assim é que é…
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