Saímos do lixo e vamos continuar a sair do lixo, porque o nosso país
não é lixo». António Costa, Jornal «Expresso», 20/12/2017.
Certíssimo, estou completamente
de acordo. Não merecíamos ter sido atirados para o lixo e António Costa omitiu
esse pormenor na sua asserção cuja consequência foi o país ter sido atirado
para o lixo. É pena. Ele fala como se não tivesse nada a ver com o lixo em que
estivemos atulhados durante anos. Permito-me corrigi-lo: saímos do lixo para
onde os correligionários de Costa – com Sócrates à cabeça – nos atiraram em
2011. Essa é que é verdade e assim é que a frase fica completa e faz sentido!
Não me consta que Costa em 2011
se tenha oposto, rebelado, lutado, criticado ou denunciado esse caminho,
claríssimo na altura, que nos conduziu ao lixo!
Portanto, a obrigação mínima de
Costa e dos seus pares é tirarem-nos do lixo, nem mais nem menos, devem isso ao
país e não devem esperar agradecimentos, aliás, se tivessem uma réstia de
vergonha – por mínima que fosse – nem afloravam o assunto, muito menos se
vangloriavam como faz Costa agora, ficava-lhe(s) bem…
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