«O PS é permeável aos grandes interesses económicos». Catarina
Martins, Jornal «Expresso», 08/12/2017.
«Onde
morre a vergonha nascem os expedientes desonrosos». Camilo Castelo Branco.
Não há dúvida de que Catarina Martins
tem razão, basta analisar a acção de Sócrates enquanto Primeiro-Ministro em
áreas como as PPP; eólicas e no veto que o seu Governo impôs à OPA da Sonae
sobre a PT – que a ter tido sucesso, ainda hoje seria portuguesa – para
perceber como ela acertou no alvo…
Compreende-se também que Catrina
Martins esteja ressentida com António Costa, votar a favor da taxa sobre as
eólicas à Sexta- Feira, e contra à Segunda, além de falta de vergonha e de um
despudor absoluto, é provar do veneno de Costa sem antídoto…
O que não se percebe é que se
Costa e o seu partido são permeáveis aos interesses económicos e não são
fiáveis, como o episódio da taxa das eólicas confirma, o que faz a comunista
Catarina Martins (o BE é formado por ex-Maoístas; ex-Estalinistas e ex-Trotskistas,
logo, só pode ser um partido comunista ou, se preferirem, o que lhe assenta bem
melhor, cripto-comunista…) para obviar e obstaculizar essa heresia económica e
a essa falta de confiança, sobretudo tratando-se de um partido – o PS – que,
ainda por cima, se diz socialista?
A resposta é simples: apoia-o no Parlamento…
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