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«Não quero ser confundido com uma pessoa do PCP ou do BE». Carlos César, líder da bancada do PS, Jornal “Público” 14/12/2017.
«A César o que é de César», dito popular.
Haverá alguma alma caridosa que explique a César que ele é, enquanto pessoa, uma irrelevância, sem nenhuma importância, o que conta são as políticas que o seu Governo desenvolve e implementa e que a sua bancada parlamentar, sob a sua orientação, defende  em conjunto, em conúbio, em sintonia com o BE e o PCP.
E nesse caso, eles são completamente iguais, são um bom exemplo de confusão total e de mescla e sintonia políticas. É apenas isso e só isso que mantem a Geringonça viva, quer César queira, quer não queira…

 
 
 


 
 

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