«Atualmente, o Estado subsidia a produção de energia renovável, os
consumidores pagam o sobrecusto face ao preço da electricidade no mercado
grossista e o baixo consumo de energia à noite faz com que essa energia seja
transacionada no mercado a preços mais baixos, em alguns momentos quase a custo
zero». Helena Pereira, Jornal «Expresso», 1/12/2017.
«Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele». Aforismo popular.
O Estado subsidia é a mesma coisa
que dizer, nós pagámos do nosso bolso! E pelos vistos pagámos um sobrecusto, o
que quer dizer um custo extra, que inúmeras vezes não tem quase custo algum… se
isto não é uma escandaleira nacional, não sei o que o possa ser!
Vejamos, por motivos vários, em
Portugal ainda há reformas baixíssimas, de pouco mais de 200 Euros, e são essas
pessoas que sobrevivem, que quase não têm para comer e para pagar os remédios, que
têm que subsidiar com os seus parcos rendimentos, negócios da China deste
calibre!
Negócios que nos tempos do desvairado Governo de Sócrates – o
principal autor e fautor destes arranjinhos – nos foram apresentados como contribuindo
para Portugal ser um país exemplar em termos de energias renováveis e de contribuir activamente para a diminuição da pegada ecológica...
O que isto parece ser – juntamente com
o negócio de transmissão
ilegal de direitos de utilização de 27 barragens hidrelétricas sem concurso à
EDP, por cerca de 759 M€., valor baixíssimo e alvo de crítica e
suspeição da própria Comissão Europeia, tudo no tempo do seu excelso Governo –
é uma enorme pegada de corrupção…
Cada vez me convenço mais de que Sócrates
deixou uma grande pegada, tão grande que tem o Ministério Público à perna e,
pasme-se, não por nada disto…
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