«Ao aumentar o IRC dissuadimos aquelas
empresas que já cá estão e dissuadimos também aquelas que ainda cá não estão,
mas que poderiam estar». Ricardo Arroja, Jornal Eco on-line»,
20/12/2017.
Durante a
vigência do anterior Governo, o PS depois de ter atirado o país para a
bancarrota em 2011, recusou-se obstinadamente a ajudar o Governo que lhe
sucedeu, PSD/CDS, e que teve que colar os cacos e lidar com os escombros que
herdou. Não houve matéria em que lhe desse a mão, o que seria normal e mínima e
éticamente exigível se considerarmos o estado em que deixou o país. Houve uma
única excepção, o acordo sobre a baixa do IRC para tornar a nossa economia mais
competitiva e atractiva, firmado entre Seguro e Passos.
E a prova
de que foi uma medida acertadíssima, esteve no facto de apesar do IRC ter
descido percentualmente, a receita, mesmo assim, aumentou.
Acontece
que esse acordo foi agora rasgado e deitado ao caixote do lixo por António
Costa ao aumentar o IRC que era suposto continuar ainda a baixar. É
evidentíssimo que Costa não é um político de confiança.
Que o
digam Seguro; os eleitores que não o escolheram para P.M.; o BE e a taxa das
eólicas e as empresas com lucros de mais de 35 milhões de Euros que veem agora
os seus impostos aumentados inopinada e surpreendentemente e contrariando o que
todos os países europeus fazem para se tornarem mais competitivos e atractivos.
Um dia
todos os portugueses o verão e proclamarão… “hopefully”… é só uma questão de
tempo, é mesmo uma inevitabilidade…
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