«A resposta da direita é derrubar o Governo [moção de censura do CDS];
a nossa é reconstruir o país», Catarina Martins, Coordenadora do BE, Jornal
«Expresso», 28/20/2017.
«Dissimular, virtude de rei e de camareira». Voltaire.
Começo por um pequeno exercício,
uma pequena heresia, parafraseado Voltaire adapto e altero a sua máxima: «Hipocrisia, virtude de rei e de políticos»…
Catarina Martins diz isto sem se
rir e sem que se vislumbre no seu rosto o mínimo esgar… Leio e não sei se
hei-de rir, se chorar, comento:
Catarina, a campeã da demagogia,
dos protestos, dos pedidos de demissão por dá cá aquela palha, da gritaria e da histeria
infrenes e protagonista das vestes rasgadas, (não foi actiz de teatro? Fica sempre
algo da profissão…) não acha nem reconhece aos outros o direito de criticar um
Governo – já se sabia que nunca seria derrubado na A.R., infelizmente… – que
deu foros e mostras de total incompetência, de nepotismo despudorado na
Protecção Civil, de absoluta inépcia e de total indiferença aos reiterados avisos
provenientes das mais diversas origens, nomeadamente do Presidente da República
em diferentes momentos críticos. E que para cúmulo, reincidiu nos erros e nas
falhas e omissões, para não falar na arrogância e displicência com que tratou o
assunto.
Catarina não quer que se censure
o Governo – este Governo porque se fosse outro, exigia que o P.R. o demitisse
imediatamente – apesar dum rasto desgraçado de 110 mortos no terreno.
Não, Catarina Martins opta por
reconstruir o país! Com os comunistas é assim mesmo: mãos à obra da
reconstrução e fé em Marx (ateísmo ‘oblige’…)!
Descarto-a pela sua total e
absoluta hipocrisia e ostracizo-a enquanto política credível – com o meu voto
exclusivamente, claro! – com essa gente não quero proximidades ou afinidades
intelectuais ou outras, não quero rigorosamente nada…
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