TRÊS MENTIRAS CAPITAIS DA ESQUERDA: PRIVATIZAÇÕES; QUEBRA DAS PENSÕES E
DOS SALÁRIOS E BANCARROTA…
«Nenhuma mentira chega a envelhecer no tempo». Sófocles.
As esquerdas, do PS ao BE e ao
PCP, passando por essa coisa a que chamam os Verdes, arrasam o Governo PSD/CDS (é
verdade que eles podiam ter feito melhor, como, por exemplo, a Reforma do
Estado, e não fizeram…) como o vilão, o papão, o mau, o maléfico, o malfazejo e
o Governo ruim por excelência e imputam-lhe todas as nossas dificuldades, ainda
hoje o culpam a propósito de tudo e de mais alguma coisa, mas há três mentiras
capitais a que recorrem sistemáticamente:
A principal talvez, é simples mas
muito eficaz, toda a gente está convencida que o Governo PSD/CDS vendeu o país
aos retalhos, quando se lerem a cláusula do memorando que Sócrates assinou com
a Troika, verão como isso é uma refinada mentira e como o único culpado de
termos perdido empresas que deveriam ter permanecido públicas, como a ANA, EDP,
a REN e os CTT, por exemplo, foram vendidas por um Governos de esquerda, socialista
e capitaneado por Sócrates, eis a cláusula que o comprova:
«3.31 - O Governo acelerará o programa de
privatizações. O plano existente para o período que decorre até 2013 abrange
transportes (Aeroportos de Portugal, TAP, e a CP carga), energia (GALP, EDP, e
REN), comunicações (Correios de Portugal), e seguros (Caixa Seguros), bem como
uma série de empresas de menor dimensão. […]». Esta cláusula faz parte do
(MOU- Memorandum of understanding) Memorando de Entendimento assinado com a
Troika pelo Governo do Partido Socialista em nome e representando a República
Portuguesa, em 17 de Maio de 2011, na parte que trata das Privatizações. Está na net, para quem tiver dúvidas: http://www.amrconsult.com/?p=7442 e
aconselho vivamente a sua leitura como um forte contributo e descodificador da mentira!
Outras mentiras recorrentes têm a
ver com o corte nos salários da função pública e com o congelamento das pensões:
Foi José Sócrates quem introduziu
o CES, ou Complemento Extraordinário de Solidariedade, Lei n.º 55-A/2010 de 31
de Dezembro de 2010; primeiro acto de cortar nas pensões dos portugueses. E
acordou e assinou com a Troika estas duas cláusulas do Memorando:
1.11 - Reduzir as pensões acima
de 1.500 euros, de acordo com as taxas progressivas aplicadas às remunerações
do sector público (redução, de 3 a 3,5%, para os salários brutos acima dos 1.500
euros) a
partir de Janeiro de 2011, com o objectivo de obter poupanças de, pelo menos,
445 milhões de euros.
1.12 - Suspender a aplicação das regras de indexação de pensões e
congelar as mesmas, excepto para as pensões mais reduzidas, em 2012.
Tudo cláusulas com gravíssimas
consequências que cortaram e cercearam o nível de vida dos portugueses mas que
o PS conseguiu, num golpe de marketing político extraordinário, lançar as
culpas sobre o ‘maldito’ Governo PSD/CDS…
Depois, omitem sempre o essencial
e o mais gravosos de tudo, ou seja, que foi justamente um Governo de esquerda –
deles, das suas fileiras, com uma ideologia socialista e de esquerda – que por
incompetência e irresponsabilidade atirou o país para a falência e para as mãos
da Troika; não haveria dinheiro em poucas semanas – dito pelo próprio Ministro
das Finanças, Teixeira dos Santos, na altura – para pagar os salários dos
funcionários públicos e pensões. Ora uma situação destas tem um nome: BANCARROTA!
É, portanto, claro, que a
esquerda mente despudoradamente nestas três matérias e na responsabilidade e
consequências da maldita bancarrota de 2011, as cláusulas assinadas com a
Troika e a própria falência do país, aí estão para o confirmar! O que a
esquerda tem feito é uma mistificação gigantesca da história que a história se
encarregará de infirmar!
Hoje há novas mentiras: se o
desemprego está a descer, já está a descer desde 2013, tão pouco se o défice é
o mais baixo do século – sim, vimos como foi conseguido – é preciso compará-lo
com o maior défice do século, 11,2% conseguido por Sócrates em 2010, 11,2%
nesse ano contra 3,1% em 2015, é diferente, não é?
Faz falta desmontar a mentira, já
que razões ideológicas impedem a esquerda de o fazer, então, que seja por uma
razão bem singela:
Amor à verdade!
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