«O facto de as pessoas terem deixado de acordar todos os dias
com a incerteza sobre qual o imposto que ia subir, sobre qual o corte que ia
ser anunciado nas pensões ou nos vencimentos devolveu tranquilidade à sociedade
portuguesa», António Costa, Primeiro-Ministro, «Jornal
Económico, 19/08/2017.
O facto de António Costa
não ter identificado as razões pelas quais esses males que aponta, terem
acontecido, é significativo da sua estrutura ética e moral!
Com efeito, esqueceu-se
de mencionar que os impostos se aumentaram bem como as pensões se desceram, se
ficou a dever única e exclusivamente à ignóbil bancarrota – que Sócrates e a
rapaziada de que ele fez parte, pelo menos durante dois anos, mas que apoiou
até ao fim de corpo e alma – para que atirou o país! E como ele o omite sempre,
o que mostra a sua desonestidade relapsa, nunca é demais relembrá-lo para ver
se as pessoas compreendem! Água mole em pedra dura…
Finalmente,
contrariamente ao que Costa diz, eu, com um Primeiro-Ministro que mente
sistemáticamente e se comporta desta forma retorcida e estruturalmente
desonesta – não tenho tranquilidade nenhuma, só ficarei tranquilo no dia em que
o vir pelas costas e à sua Geringonça!
E espero que para
sempre…
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