«Mesmo que o Governo não aceite as pretensões do PCP em reforçar
os aumentos das pensões, a despesa da Segurança Social e da Caixa Geral de
Aposentações vai disparar, de forma automática, 860 milhões de euros.
Comunistas reclamam que é preciso devolver o dinheiro que foi tirado aos
reformados». Jornal «Económico», 30/08/2017.
«O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação
da inveja.
O seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria». Winston Churchill.
O seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria». Winston Churchill.
Pois é preciso, estou de acordo
com o PCP, na condição de haver dinheiro e de a Segurança Social ser
sustentável… E o que trouxe a Troika da última vez, foi, justamente, a falta de
dinheiro! Sócrates demagógica e irresponsávelmente, começou a dar tudo e mais
alguma coisa a todos e estourou com as Finanças primeiro, e com o País, depois!
E 6 anos passados já estamos na
mesma senda, é inacreditável!
O chefe de fila dos partidos a
reivindicar é o PCP, como o parágrafo supra citado confirma, o PCP está sempre
interessado em pedir o impossível e em contribuir para fazer implodir o sistema
para mais fácilmente o poder acusar de contradições inultrapassáveis e alegar, sabem o quê? Que o sistema capitalista
é incapaz de satisfazer as necessidades básicas do povo e que só o socialismo o
consegue fazer bem…
Não deixa de ser extraordinário
que depois da implosão do socialismo na antiga U.R.S.S. em 1991, e depois do
colapso do socialismo em todos os países comunistas da Europa de Leste, os
comunistas consigam acreditar (só alguns…) nisto e o digam sem se rir…
Eu só não me rio às gargalhadas
porque caminhamos alegremente para a falência da Segurança Social – trata-se do
mesmo Ministro, Vieira da Silva, que no Governo de Sócrates garantia que a
reforma da S.S. que empreendeu na altura, mantê-la-ia sustentável nas próximas
décadas, em 2011, com a falência do Estado e com a criação do Complemento Extraordinário
de Solidariedade, ou corte nas pensões, vimos como isso era verdade… – o que,
como é evidente, é gravíssimo!
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