«As esquerdas não desejavam apenas devolver
num ano os cortes de salários e pensões […]
pretendiam desmanchar o ajustamento, repudiar a dívida, contestar o
euro, encontrar uma alternativa ao crescimento baseado em exportações. […]
Rejeitavam a Europa de Angela Merkel, a Europa dos baixos défices, a Europa da
flexibilização laboral». Rui Ramos,
Jornal «Observador», 30/05/2017.
«As verdades podem ser nuas, mas as mentiras precisam de estar
vestidas». Textos Judaicos.
Pretendiam,
como sempre, trilhar um caminho novo, heterodoxo e utópico q.b.… Mas como é que
a realidade pode ser tão cruel? O falhanço e demérito deste Governo quando toda
a gente lhe tece loas, é por demais manifesto e evidente, vejamos só 2 ou 3
razões (mentiras bem aperaltadas) que o confirmam:
1. Não
era a esquerda que afirmava que rigor orçamental e crescimento económico eram
incompatíveis, durante toda a vigência do anterior Governo? A própria esquerda
a desmentir-se a si mesma, basta olhar para o que aconteceu em 2016 e,
sobretudo, para o 1º trimestre de 2017; rigor acentuado e crescimento notório…
2. Fazia
parte do programa da esquerda a aposta no consumo e no investimento internos para
crescermos económicamente – mais um falhanço rotundo, o crescimento veio das
exportações e do turismo, o investimento e o consumo interno afundaram!
3. ‘last
but not least’, a esquerda dizia que com este nível de dívida pública o crescimento
era impossível – apesar de a ter aumentado ca. de 9,5 mil milhões de euros em
2016 – o crescimento robusto da economia aí está para desmentir mais esta
falácia.
Depois destes erros clamorosos na
solução brandida e apregoada como milagrosa desde maio de 2014 – que comprovam a
inconsistência na doutrina económica – quem pode acreditar nestes aprendizes de
feiticeiro? Não se esqueçam de que é a mesma rapaziada, no essencial, que nos atafulhou
de mentiras nos idos de 2010 e 2011, com as consequências conhecidas…
Por isso, o epíteto de MENTIROSOS e o cognome de INCOMPETENTES, assenta-lhe que nem uma
luva…
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